Collective
Access é um software de código aberto desenvolvido para responder às necessidades específicas das organizações que custodiam patrimônio, como museus, arquivos, instituições acadêmicas, fundações e bibliotecas. Segue uma abordagem integral da gestão dos acervos, que pode ser dividida em três processos:
Com mais de uma década de história e uma posição consolidada em seu nicho, o Collective Access é utilizado por centenas de organizações nos Estados Unidos, no Canadá e na Europa.
Desde 2018, com o Museo de Arte Moderno de Buenos Aires como parceiro, na Bibliohack iniciamos a exploração do Collective Access como plataforma para a gestão e difusão de coleções. Essa experiência nos permitiu conhecer em profundidade suas possibilidades e alcances, trabalhando com instituições de referência na região.
Atualmente trazemos esse conhecimento a novos projetos, auxiliando na adequação das características do Collective Access às necessidades particulares de cada acervo e organização. Realizamos trabalhos de consultoria, capacitação, instalação, configuração e design. Entre em contato para saber mais sobre nossos serviços.
As instituições que custodiam patrimônio precisam de uma plataforma digital robusta e ubíqua para descrever e gerenciar seus acervos, em especial quando se trata de coleções grandes e heterogêneas a cargo de equipes profissionais multidisciplinares. O Collective Access se integra ao tecido de uma organização em aspectos determinantes.
O Collective Access foi especialmente desenvolvido para responder a requisitos complexos na descrição de coleções. Integra uma ampla gama de esquemas de metadados normalizados e a possibilidade de modelá-los sob medida, mantendo padrões profissionais nas práticas de arquivo e catalogação. Também dispõe de recursos potentes para importação, mapeamento e estruturação de dados.
A aplicação de back-end do Collective Access é destinada à gestão integral do acervo. Permite, por exemplo, gestão de registros de aquisições, empréstimos, movimentações, geolocalização, rastreabilidade, comércio eletrônico, estado de conservação, estado de catalogação e registro de ocorrências. Inclui ferramentas para a geração de relatórios e a exportação de dados em múltiplos formatos.
Todos os recursos de back-end podem ser acessados de qualquer dispositivo conectado à internet ou a uma intranet corporativa. Conta com um sistema avançado de gestão granular de permissões, acessos e papéis, e ferramentas para a composição de interfaces de administração. Isso permite integrar uma equipe de colaboradores com diferentes funções e responsabilidades, agilizando o fluxo de trabalho e a organização em um espaço geográfico disperso.
Dar acesso digital às coleções é uma responsabilidade incontornável para instituições cuja missão central é tornar seus acervos universalmente acessíveis. Compreender e analisar as tendências, os usos e os códigos que os usuários trazem de suas experiências digitais é fundamental para publicar um site que gere impacto e visibilidade na rede.
O Collective Access conta com uma aplicação front-end para a publicação — total ou parcial — do acervo na internet, independente do back-end de gestão. Essa estrutura modular, somada a uma arquitetura aberta extensível por meio de plugins e temas gráficos, proporciona a flexibilidade necessária para focar na qualidade visual, na usabilidade e no design da experiência do usuário.
O front-end traz meios avançados de descoberta de conteúdo, como navegação facetada, filtragem por etiquetas, buscas personalizadas e opções de visualização configuráveis pelo usuário. Também ferramentas participativas 2.0: tagging, avaliação de conteúdo, seleção de conjuntos personalizáveis, publicação de comentários, entre outras.
O Collective Access deu ênfase especial, desde o início, à integração de formatos e tecnologias multimídia, centrais na gestão de coleções de objetos digitais. Dispõe de recursos para transcodificação de áudio e vídeo, exploração interativa de imagens em alta resolução, anotação multimídia, suporte ao padrão IIIF e visualização de modelos 3D.
As licenças de uso fechadas ou proprietárias atam um produto de software a um único fornecedor e impedem a modificação do código-fonte sem sua autorização.
Ao contrário, as licenças de software livre ou código aberto (open source) permitem que as instituições escolham entre diferentes fornecedores (ou contratem seus próprios desenvolvedores) para configurar, adaptar ou usar o software de acordo com suas necessidades.
Dessa forma, o software livre evita uma dependência excessiva de uma única empresa contratada. Além disso, com o código-fonte acessível, o processo ganha transparência e auditabilidade.
Todos esses aspectos são ainda mais relevantes quando se trata do setor público, pois possibilitam estender a natureza pública da infraestrutura ao campo do software e tornar sustentável sua manutenção no longo prazo.
Neste webinar em espanhol, compartilhamos diferentes experiências sobre o uso do Collective Access para a gestão de coleções e o design de catálogos digitais na Argentina.
Na Bibliohack realizamos trabalhos de consultoria, capacitação, instalação, configuração e design para o Collective Access. Entre em contato para saber mais sobre nossos serviços.